Relatório de Impacto Ambiental/Ampliações do Aeroporto Internacional de SP/Guarulhos
IV. SITUAÇÃO AMBIENTAL ATUAL – IMPACTOS PRESENTES
em vermelho, grifos nossos - Jornal da Serra da Cantareira

3. MEIO BIÓTICO

3.1 Quanto à Vegetação Pré-Existente

Conforme foto de aérea de 1948, quando existia apenas a Base Aérea de Cumbica, apresentada no item 4 do Capítulo III, pode-se observar que a área onde se implantou, na década de 1980, o Aeroporto Internacional de São Paulo era ocupada predominantemente por pastagens. Esta foto revela ainda a existência de três pequenos fragmentos de mata:  
- a sudoeste da área atualmente de propriedade da INFRAERO, cuja situação atual,
revelada pelas fotos aéreas mais recentes, é de extensão com relação a 1948; 
- na porção norte, mantida na sua maior parte no estacionamento atual do Aeroporto; 

- a leste, uma mata ciliar ao longo de córrego afluente da margem direita do Rio Baquirivu-
Guaçu, já inexistente em 1970, quando havia sido implantado um loteamento, posteriormente na área desapropriada para implantação do Aeroporto.            

Portanto, considera-se que a implantação do Aeroporto não ocasionou alteração significativa na cobertura vegetal existente, não tendo ocorrido impacto a ser avaliado.

3.2 Quanto aos Efeitos da Poluição Sobre a Serra da Cantareira

Foram pesquisados acervos de diversas instituições (Secretaria do Meio Ambiente, Instituto Florestal, Universidade de São Paulo) sobre a existência de estudos que comprovem eventual degradação da vegetação da Serra da Cantareira após a inauguração do Aeroporto. Até a presente data não se tem conhecimento de estudo de tal natureza.

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